O futuro da cadeia leiteira deve ter a inteligência artificial como aliada. É o que apontam os especialistas do setor que participaram do painel Conecta GZH, nesta última quarta-feira (11) na Expodireto, em Não-Me-Toque.
Com o tema “Do campo ao consumidor: como a tecnologia pode elevar a qualidade do leite gaúcho”, o debate contou com a presença do professor da Universidade de Passo Fundo (UPF), Carlos Bondan, do presidente da Emater/RS, Claudinei Baldissera, e do gerente de prestação de serviços da UPF, Clóvis Tadeu Alves.
Conforme Bondan, a metade norte do Estado é responsável pela maior produtividade de leite do RS, com 70% do volume total. Nesse contexto, a UPF investiu aproximadamente R$ 2,8 milhões para a aquisição de equipamentos que permitem análises mais completas e ágeis do leite e da reprodução animal.
“A atividade leiteira é uma das que tem o maior potencial de geração de recursos financeiros e de distribuí-los dentro de uma cidade e região. Diante disto, a UPF criou o laboratório do leite e queremos dar um novo passo com outros equipamentos”, explicou.
